As 4 razões poderiam ser estas:
1 – As ausências à igreja poderiam provir de motivos circunstanciais, como estado de saúde precária, grave cansaço, distância, perigos de vida;
2 – Os serviçais da Liturgia são dirigidos por pessoas muito difíceis de lidar, o padre é muito temperamental, não existe esforço por parte de ninguém para melhorar o canto ou não há criatividade; só se percebe mesmice sem entusiasmo;
3 - Percebe-se uma solerte influência inibidora de religiões que não buscam a oração comum. Sua tradição está distante da vida comunitária. Os espiritualistas promovem atos de caridade – o que é louvável –, mas não estimulam seus membros a se reunir e prestar culto a Deus. Eles não ensinam isso aos católicos, mas essa mentalidade passa, "por osmose", onde sua presença é muito forte;
4 – O último motivo chega até a ser polêmico, mas muito real. Algumas pessoas não têm vida ilibada, podem ser mentirosos, injustos, devassos, infiéis no casamento, promotores de discórdia ou falhos na sua fé.
Tudo isso numa graduação diversificada.
Tais pessoas não se sentem à vontade entre cristãos que querem praticar justamente o contrário.
Ficar longe de tal comunidade é a tendência mais normal.
"Os injustos não permanecem de pé junto da assembléia dos justos" (Sl 1,5).
(Compartilho essa matéria que li e achei interessantíssima, e pode ser conferida no site http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12535 ela é de autoria de D. Aloísio Roque Oppermann scj)
#Fica a Dica!!!
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